MEDITAÇÃO

A minha consciência está limpa, mas isso não prova que sou, de fato, inocente. Quem me julga é o Senhor. (BLH - I Cor.4,4)

“Eu estou de consciência tranqüila”. Quantos de nós já nos utilisamos este artifício de retórica alguma vez na vida.

Normalmente a usamos quando estamos acuados, prensados contra a parede acusados de alguma coisa, não é verdade? A melhor saída é jogarmos para a nossa consciência pois, pensamos ser o melhor lugar para escondermos nossas maselas, nossos culpas. Sabemos com certeza que a nossa mente só é conhecida por nós mesmos.

O interessante que Paulo falando aos de Corinto aborda este assunto com muita propriedade. O contexto aqui colocado foi o fato de que sendo Paulo servidor de Cristo, encarregado de administrar os planos secretos de Deus, deve ter a responsabilidade de ser fiel ao seu Senhor.

Nesta perspectiva, Paulo se submete não somente ao julgamento dos irmãos. Mesmo consciente de estar limpa a sua consciência afirma Paulo, de fato, posso não ser inocente, pois, ele sabia que quem julga é Deus.

Paulo alerta aos irmãos de Corinto para que não realizem o seu julgamento antecipadamente, o precipitadamente pede para que esperem o julgamento do Senhor(v.5), pois, Ele trará para a luz os segredos escondidos no escuro e mostrará as intenções que estão no coração das pessoas. Então cada um receberá de Deus os elogios que merece.

Penso ser este um bom conselho para a igreja de hoje. Você não ACHA!!!

Presbo. Wagner J Costa